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Eu chorei
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Livros tão caros Tanta taxa prá pagar Meu dinheiro muito raro Alguém teve que emprestar O meu dinheiroAlguém teve que emprestar...
Morei no subúrbio Andei de trem atrasado Do trabalho ia prá aula Sem jantar e bem cansado Mas lá em casaÀ meia-noite Tinha sempre a me esperar Um punhado de problemas...
Mas felizmente Eu consegui me formar Mas da minha formatura Não cheguei participar Faltou dinheiro prá beca E também pro meu anel Nem o diretor careca Entregou o meu papel...
O meu papel!Meu canudo de papel!
E depois de tantos anos Só decepções, desenganos Dizem que sou um burguês Muito privilegiado Mas burgueses são vocês Eu não passo De um pobre coitado E quem quiser ser como eu Vai ter é que penar um bocado...
Aos meus pais,que infelizmente nao pude ver chegar a tao tenra idade E que com certeza seriam adultos maduros tao doces quanto meus padrinhos...
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segunda-feira, novembro 10, 2008
teste
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teste
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quinta-feira, setembro 11, 2008
Teste
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sexta-feira, outubro 19, 2007
Só eu sei...
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Eu levo essa canção de amor dançante pra você lembrar de mim, seu coração lembrar de mim na confusão do dia-a-dia no sufoco de uma dúvida, na dor de qualquer coisa É só tocar essa balada de swing inabalável que é o oásis do amor Eu vou dizendo na sequência bem clichê eu preciso de você Pa-nan-nan... E forca antiga do espírito virando convivência de amizade apaixonada Sonho, sexo, paixão Vontade gêmea de ficar e não pensar em nada Planejando pra fazer acontecer ou simplesmente refinando essa amizade Eu vou dizendo na sequência bem clichê eu preciso de você Pa-nan-nan... Mesmo que a gente se separe por uns tempos ou quando você quiser lembrar de mim Toque a balada do amor inabalável swing de amor nesse planeta Mesmo que a gente se separe por uns tempos ou quando você quiser lembrar de mim Toque a balada seja antes ou depois, eterna Love Song de nós dois Leva essa canção de amor dançante pra você lembrar de mim, seu coração lembrar de mim Na confusão do dia-a-dia no sufoco de uma dúvida, Na dor de qualquer coisa Pa-nan-nan...
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quarta-feira, setembro 19, 2007
Saudades...
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Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber. Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada; se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial; se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se ela continua preferindo suco; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados; se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ele continua cantando tão bem; se ela continua detestando o MC Donald's; se ele continua amando; se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento; não saber como frear as lágrimas diante de uma música; não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso... É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
(Miguel Falabella)
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sexta-feira, setembro 07, 2007
Procura-se um amor que goste de...
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...Animais
Hoje eu vi a coisinha mais linda do mundo!!!Estava eu no Pq da agua branca sentada,morrendo de fome e procurando meu misero pacotinho de bolachinhas perdido dentro da bolsa.Achei!!!foi quando passou uma moça,com jeito de ratinha de academia mas que só corre no parque...e me disse :--Olha tem um sagui ai do seu lado!(baixinho)vira devagar senão ele corre...E eu virei,e lá estava ele na arvore,do meu ladinho e me espiando!!! Eu fiquei pensando:mas que tanto ele me olha?De repente continuei comendo a bolacha que tinha aberto e pasme !ele estava de olho nelas.Achei engraçado até a parte que ele pulou no banco de cimento e receoso se aproximou de mim,e ai de mim se eu não desse aquela bolacha pra ele,aposto que ele tirava o pacote da minha mão.Eu dei...tá!eu sei que não se deve alimentar animais silvestres,mas eu não ofereci ele que veio até mim e pegou!Ele pegou com aquelas maozinhas minusculas e saiu bem matreiro pra sua arvore,com um pedação da minha bolacha,e ficou me espiando cada vez que ouvia o barulho do plastico pra ver se eu dava mais...Fiquei com fome é claro mas a paixão que senti por ele apaga tudo.Moral da história:não alimente os animais mas deixe que os animais alimentem a sua vida.
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quarta-feira, agosto 22, 2007
Instrução e casamento
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 Vi essa matéria neste dia no jornal e achei interessante! Quinta-feira, 21 de Junho de 2007
As mulheres que estudam mais têm mais dificuldade de se casar? Foi o que constatou uma pesquisa inédita do IBGE sobre o assunto. Elas são mulheres bonitas que estudam ou já concluíram o curso superior, e estão cheias de planos profissionais e pessoais. "As mulheres estão buscando ascensão financeira e profissional", acredita a estudante Rosana da Silva Alvez.
"Eu tenho o desejo de ter família, de ter filhos. Acredito que uma relação possa ser eterna", completa a atriz Killiana Brito.
Mas os dados do último censo mostram uma situação preocupante para mulheres que querem estudar e, ao mesmo tempo, investir na formação de uma família: quanto mais elas estudam, mais têm dificuldades para casar.
"Isso tem a ver com o machismo. O homem quer ter mulher mais nova e ao mesmo tempo menos instruída; ele não pode se sentir ameaçado dentro do casal em termos nem econômicos nem intelectuais", avalia o pesquisador José Luís Petruceelli, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Segundo o pesquisador, 56,8% das mulheres sem instrução estavam casadas ou viviam com um parceiro quando foi feito o ultimo censo, em 2000. No caso das mulheres com oito ou mais anos de estudo, este percentual cai para 45,6%; já entre homens com o mesmo grau de instrução, o índice de casados era maior: 53,1%.
"A questão do estudo, da formação, isso expande a cabeça, o seu conceito sobre as coisas, a sua forma de ver a vida. Se você não está com uma pessoa que troca com você, fica difícil. Uma mulher bem-sucedida com um homem que se sente menor, inferior, fica complicado”, acredita Killiana.
E elas admitem: as mulheres que estudam se tornam mais seletivas. "Você quer ter ao seu lado uma pessoa que pense do mesmo jeito ou até mesmo que tenha um pensamento similar ao seu", diz Rosana.
O estudo também revela: as mulheres que se disseram negras e que estudaram mais têm ainda maiores dificuldades para encontrar um par: 40,7% delas estavam casadas em 200; entre as brancas, o índice era de 50,3%.
“Sou uma mulher negra, estou me formando este ano e quero uma pessoa do meu lado, branco ou negro, que possa estar no mesmo nível que eu", define Rosana.Marcadores: mercado de trabalho, mulheres, negras
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domingo, junho 24, 2007
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